Cuidado: fanáticos por bike trabalhando

QUANDO UMA EMPRESA COMO A SPECIALIZED SONHA COM UMA NOVA BIKE, EQUIPES DE DESIGN SÃO MONTADAS, QUADROS DE TESTE SÃO DESTRUÍDOS, E AS APOSTAS SÃO ENORMES. COM A EPIC 2009, UM OBJETIVO GRANDIOSO: CRIAR A MOUNTAIN BIKE MAIS RÁPIDA E ÁGIL DO MUNDO – E GANHAR UM CAMPEONATO MUNDIAL PARA PROVAR O FATO.

Da esquerda para a direita, Anthony Trujillo, Brandon Sloan, Jan Talavasek, Mick McAndrews, Sam Pickman e Chris D'Aluisio

O BANDO DA SPECIALIZED: Da esquerda para a direita, Anthony Trujillo, Brandon Sloan, Jan Talavasek, Mick McAndrews, Sam Pickman e Chris D'Aluisio

Nas Profundesas de um Enorme Galpão.

No norte da Califórnia (EUA), onde fica o lar da Specialized Bicycle Components, há uma sala de testes fechada à chave e com uma única janela. Logo ao lado há uma pilha de quadros de fibra de carbono que foram quebrados, dobrados, torcidos e destroçados – tudo em nome da produção de novas e melhores máquinas. Aqui, o gerente de laboratório Sam Pickman observa um processo que pode ser muito doloroso de ser visto por um amante das bikes: testes de resistência de material em que os quadros são forçados até uma ruptura catastrófica. Agora mesmo, quatro deles estão montados em geringonças de aço que empurram, puxam e flexionam os tubos em várias direções.

A fibra de carbono, uma trama de fios extremamente finos ligados por cristais microscópicos, é um material forte, que cede pouco. Quando um tubo de fibra de carbono finalmente se rompe, ele não dobra e quebra simplesmente. Ele se detona com um som que mais parece um rojão. “Há a expectativa, daí vem o medo. Então, ela explode”, diz Pickman, um engenheiro mecânico magrelo de 27 anos que também é ciclista competitivo. Esse teste de tortura é apenas um passo no complicado processo de se criar uma bicicleta moderna e top de linha. A maioria dos quadros enviados ao laboratório foram desenhados pelos engenheiros da Specialized em seus computadores, depois moldados numa fábrica na Ásia e enviados de volta à specializedepic09_4_clCalifórnia.

O menu de abusos inclui testes de fadiga que simulam um ciclista saltando de um degrau alto e testes de estresse de 24 horas que imitam 15 anos de uso e expõem falhas microscópicas de projeto. Em janeiro de 2008, quando passei pelo laboratório, Pickman estava afundado até os joelhos em quadros quebrados, que haviam sido projetados para uma mountain bike cross-country versão 2009 chamada S-Works Epic, o upgrade da popular Epic 2008 (a designação S-Works é usada pela marca para bicicletas top de linha). Antes que os testes terminem, mais de cem quadros – a espinha dorsal de bikes que serãovendidas por cerca de US$ 8 mil nos Estados Unidos – serão destruídos. De certo modo, melhorias são uma rotina.

Na Specialized elas acontecem a cada poucos anos na maioria dos modelos. Mas os designers decidiram que este projeto de 2009 seria uma oportunidade para, fundamentalmente, repensar a bicicleta. Quando a marca lançou a primeira Epic, em 2001, seu sistema de suspensão nas duas rodas foi uma revolução, mas as outras marcas já se equipararam. A quantidade de planejamento, mãode- obra e despesas que vêm com um redesenho como esse dão um bom estudo de caso sobre o que acontece quando uma empresa de bikes de alto nível resolve aumentar seus próprios padrões. Isso é especialmente verdadeiro no caso da Epic 2009, pois o objetivo agora é nada mais do que criar a mountain bike de corridas mais leve, forte e ágil jamais construída.

2-copy-798-99A idéia era que as vitórias nas competições serviriam como ferramenta de marketing para as outras linhas de produtos. A Specialized colocaria aproximadamente 2 milhões de dólares no projeto de desenvolvimento. A equipe esperava que os atletas patrocinados pudessem mostrar a bike nas competições mais importantes de 2008. O maior desafio recairia sobre Christoph Sauser, profissional suíço cujo objetivo era vencer o campeonato mundial cross-country em junho, em Val di Sole, Itália. “Com a Epic querevendidas por cerca de US$ 8 mil nos Estados Unidos – serão destruídos. De certo modo, melhorias são uma rotina. Na Specialized elas acontecem a cada poucos anos na maioria dos modelos. Mas os designers decidiram que este projeto de 2009 seria uma oportunidade para, fundamentalmente, repensar a bicicleta.

Quando a marca lançou a primeira Epic, em 2001, seu sistema de suspensão nas duas rodas foi uma revolução, mas as outras marcas já se equipararam. A quantidade de planejamento, mãode- obra e despesas que vêm com um redesenho como esse dão um bom estudo de caso sobre o que acontece quando uma empresa de bikes de alto nível resolve aumentar seus próprios padrões. Isso é especialmente verdadeiro no caso da Epic 2009, pois o objetivo agora é nada mais do que criar a mountain bike de corridas mais leve, forte e ágil jamais construída. A idéia era que as vitórias nas competições serviriam como ferramenta de marketing para as outras linhas de produtos.

A Specialized colocaria aproximadamente 2 milhões de dólares no projeto de desenvolvimento. A equipe esperava que os atletas patrocinados pudessem mostrar a bike nas competições mais importantes de 2008. O maior desafio recairia sobre Christoph Sauser, profissional suíço cujo objetivo era vencer o campeonato mundial cross-country em junho, em Val di Sole, Itália. “Com a Epic queremos velocidade absoluta, e criar a ferramenta definitiva para o Christoph”, explicou Sinyard mais tarde.7795-18_sw_sj_ht_natural_red_stripe_l

“OS INFINDÁVEIS AJUSTES FINOS NA EPIC 2009 LEVARAM A UMA BICICLETA 680 GRAMAS MAIS LEVE DO QUE O MODELO ANTERIOR. “SE PUDERMOS DIMINUIR 6 GRAMAS COM UM NOVO DESIGN, VAMOS FAZER ISSO”, DIZ O DESENVOLVEDOR DE SUSPENSÕES MICK MCANDREWS”.

A SPECIALIZED COMEÇOU como uma empresa que consistia de um cara – um barbudo recém-formado de nome Mike Sinyard – que importava componentes da Europa. Após vender seu microônibus Volkswagen em 1974 para financiar seu negócio, Sinyard saía de bike para distribuir os componentes para as lojas na Bay Area de São Francisco (Califórnia) e para construtores de quadro emergentes. No começo dos anos 1980, a Specialized já produzia e vendia a popular Stumpjumper, a primeira mountain bike para o mercado de massa. Atualmente, Sinyard, com 59 anos, dirige um monstro corporativo que projeta e vende uma vasta linha de bicicletas – estradeiras, híbridas, cross-country, downhill, enduro, freeride, cicloturismo e ciclocross.

O projeto da Epic 2009 foi iniciado em abril de 2007 no quartel-general da Specialized em Morgan Hill, na Califórnia, uma hora ao sul de São Francisco. Ali, sob uma linha de lâmpadas fluorescentes, um grupo de caras – o Bando da Mountain Bike de Alta Performance da Specialized – se juntou para estabelecer os objetivos do projeto. O Bando é um time de construtores veteranos classe A. O engenheiro alemão Jan Talavasek é um mestre na complicada arte da fabricação em fibra de carbono; o gerente de produto Brandon Sloan compete em downhill; o líder da suspensão Mike “Mick” McAndrews ajudou a criar a primeira fornada de garfos RockShox em 1992; e o veterano de 21 anos da Specialized Robert Egger criou designs que mereceram lugar no Museu de Arte Moderna de São Francisco.

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As anotações de Sloan sobre a reunião foram comuns e misteriosas. Pelo menos um suporte de caramanhola no triângulo principal. Minimizar o peso, alcançando os objetivos de resistência, e manter a altura do quadro a menor possível. Um ponto importante foi marcado como “usp” (do inglês unique selling proposition, ou proposta incomparável para venda): a mais rápida bike cross-country com suspensão. A velocidade numa bike de alta performance vem da combinação de menor peso, melhor transmissão de força, eficiência de pedal, controle sobre terreno irregular e precisão de direcionamento. A equipe tinha 18 meses para iniciar a produção, e a missão era melhorar a efi ciência geral da bicicleta e, ao mesmo tempo, eliminar gramas onde fosse possível.

eurobike-2008-3647Uma forma de se cortar peso e melhorar a qualidade da pedalada era por meio do que a empresa rotulou de “integração total da suspensão” – eles mesmos construiriam as suspensões dianteira e traseira e as pedivelas, em vez de fi carem presos a fabricantes de componentes padronizados. Um movimento importante aqui foi a recontratação de Mick McAndrews.

O californiano de 49 anos trabalhou durante dez anos na área de pesquisa e desenvolvimento da Kawasaki antes de criar suspensões pioneiras para bikes na RockShox, Fox Racing, Specialized e Maverick American. As rodas numa mountain bike crosscountry moderna se prendem ao quadro de forma dinâmica, com suspensões dianteira e traseira que se movem para cima e para baixo sobre as pedras e irregularidades do terreno.

A suspensão ideal para um competidor o ajuda a descer mais rápido, mas não o retarda no plano e em subidas. Qualquer mecanismo de suspensão de bicicletas tem dois componentes – uma mola e um amortecedor – e, num garfo típico, cada um se encaixa em um lado do garfo. Na suspensão dianteira da Epic, uma câmara de ar comprimido atua como mola. O amortecedor, que controla o sobe-desce da mola, funciona à base de óleo, que passa através de pequenas aberturas, o que impede o retorno repentino e adiciona uma pequena quantidade de resistência.

O garfo dianteiro da Epic 2009, o E100, originou-se de uma idéia de McAndrews a respeito de design concêntrico. Ele tem os mecanismos de amortecedor e mola na mesma perna, o que elimina 77 gramas. Só esse garfo precisou de 18 meses de projeto e testes. Com o primeiro modelo Epic, a Specialized foi pioneira ao reduzir drasticamente o movimento da suspensão traseira ao se pedalar – o que era o grande problema desses sistemas, já que o balanço gerado pelo ciclista atrapalha a transferência direta da força da pedalada para força motora.pbpic2242810

Para o modelo 2009, McAndrews e sua equipe decidiram não repensar radicalmente a suspensão traseira; em vez disso, eles diminuiriam um pouco seu peso com um corpo mais esguio e incorporariam duas patentes da Specialized. Uma delas é um sistema de junção que permite à roda traseira mover-se apenas para cima e para baixo, e não para frente e para trás. Dessa forma, as fl utuações no comprimento da corrente, que atrapalham muitos sistemas, foram eliminadas.

Outra patente é o chamado “sistema inércia de válvula,” inventado por McAndrews na Specialized em 1998. Essa válvula, conhecida dentro da empresa como brain technology (tecnologia cerebral), consiste em um pequeno cilindro contendo um peso de metal que é preso à rabeira superior e conectado por meio de uma mangueira à suspensão. O impacto, de baixo para cima, gerado por terreno irregular, move o peso, abrindo uma válvula que deixa o óleo fl uir e ativa a suspensão.

Em superfícies lisas, o peso fecha a válvula e a desativa. A idéia é oferecer suspensão ao ciclista apenas quando necessário. A recompensa pelos infi ndáveis ajustes fi nos foi lenta, mas crucial. “Se pudermos diminuir 6 gramas com um novo design, vamos fazer isso”, diz McAndrews. Com estas e outras inovações, 227 gramas foram cortados da suspensão.

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Pedal e Rock Combinação Perfeita! Ainda mais com Iron Maiden em Brasília

BOOTLEG Somewhere Back In The Biggest Gig – SÂO PAULO/2009

Gravado a partir do público com minidisc, convertido em mp3 em 192 kBps.
Qualidade: 8,0

CD 1:

1- Aces High
2- Wrathchild
3- 2 Minutes To Midnight
4- Bruce – The Biggest Gig
5-Children Of The Damned
6-Phantom Of The Opera
7-The Trooper
8-Bruce – Take Two Steps Back
9-Wasted Years
10- Bruce – Intro to… The Rime
11-Rime Of The Ancient Mariner
12- Powerslave

CD 2

1-Run To The Hills
2-Fear Of The dark
3-Hallowed Be Thy Name
4-Iron Maiden
5-The Number Of The Beast
6-The Evil That Men Do
7-Sanctuary
8-Bruce – Introduces the Band
9-Sanctuary cont.

CD 01

http://rapidshare.com/files/212026539/Somewhere_Back_In_The_Biggest_Gig_part_1.rar
ou
http://www.megaupload.com/?d=1S5B217E

CD 02

http://rapidshare.com/files/212032058/Somewhere_Back_In_The_Biggest_Gig_part_2_.rar
ou
http://www.megaupload.com/?d=A9FAXSZN

CAPA: Capa produzida pelo Tio Julio

>
http://www.netpar.com.br/brucedickinson/IM_SP_2009-03-15.rar

Agradecimentos mais do que especiais ao Fernando da IMB Orkut.Agradeça vc tb ao Fernando: http://www.orkut.com.br/Main#CommMsgs.aspx?cmm=37963&tid=5315748200402993711&start=1

NÃO TENHO PALAVRAS! IRON EM BRASÍLIA MESMO!

Eu Fui!!!

Eu Fui!!!

 

Literalmente falando! Se eu comentar que esse foi o maior show da minha vida! Estarei falando a verdade! Se eu falar que dificilmente não verei nada parecido aqui em Brasília, estarei falando mais sério ainda!

Memorável!

Memorável!

 

 

O show foi uma coisa do outro mundo! Bruce e sua trupe entraram no palco às 21:08! E tocaram até às 23:50!! Foram quase 2 horas de um DELEITE único!

 

Emoção!!

Emoção!!

 

Iron em Brasília! Ainda não estou acreditando!

Iron em Brasília! Ainda não estou acreditando!

 

 

 

 

Para quem é da faixa dos “trinta” foi prato cheio! A mulecada atual sequer tem noção do que o Iron representou para o Heavy Metal! Muito mais do que músicos, eles influenciaram e influenciam ainda muitos seguidores!

Foram aproximadamente 30.000 candangos que lotaram o Mané! E o Iron sentiu essa proximidade com o público e em vários momentos, eles estavam muito, mas muito empolgados! Agradeceram a recepção em Brasília! Comentaram que estavam impressionados com a quantidade de pessoas em um primeiro show!

 

Iron chegando em Brasília!

Iron chegando em Brasília!

 

Sim! É eles!!

Sim! É eles!!

Olha o Eddie!!!

Olha o Eddie!!!

 

 

 

E PROMETERAM QUE BRASÍLIA RECEBERÁ NOVAMENTE O IRON MAIDEN EM UMA PRÓXIMA TURNE AQUI NO BRASIL!

Olha a galera pirando!!!!

Olha a galera pirando!!!!

 

 

Eles literalmente adoram o BRASIL! Ficou mais do que claro! O calor humano do brasileiro é uma coisa “rara” no mundo, sem sombra de dúvidas!

Bem só temos que agradecer por essa “ANOMALIA” pois é a melhor forma de falar como esse show veio acontecer em nossa cidade! Um local onde reina a porra do SERTANEJO BREGA, FORRÓ, PAGODE e essas porras a mais que algumas pessoas costumam chamar de música!

Valeu Iron! Brasília nunca mais será a mesma! ACREDITEM!

 

[]s Calangos

 

AGORA UMA RESENHA DE OUTRO SITE SOBRE O SHOW EM BRASILIA

Resenha Por Maurício Ângelo

Fotos Por Emerson Sart

Quem comparece para assistir ao Iron Maiden não vai a um show. Vai a um culto. Se o metal é tido seriamente como religião por muitos, o Iron é, em grande parte, a divindade central. Você não discute isso. Você respeita. E é difícil imaginar uma palavra que descreva tão bem uma experiência como esta. A adoração e venereção do culto é tido como “uma homenagem de caráter religioso a seres sobrenaturais” e “a religião em suas manifestações externas”, rito. Está aí a expinha dorsal do fã de heavy metal que o Iron representa tão bem.

Se, de fato, os integrantes da banda estão acima da média no mundo da música – e são considerados sobrenaturais por seus seguidores – a banda sempre soube alimentar isso de maneira ímpar. Eles talvez sejam o melhor exemplo de banda que conseguiu unir música, letras e identidade visual – importantíssima – para criar um mundo a parte. A sua seita. O seu clã. O Iron é sinônimo de heavy metal, com tudo de bom e ruim que isto traz.

Brasília, assim como Manaus, Belo Horizonte e Recife, nunca tinha recebido um show do grupo. Isso, claro, deixa este “culto” com contornos ainda mais histórico, de comoção assombrosa. Aqui na Terra os integrantes do Maiden sabem que não são deuses, e tocam o negócio – a banda – de maneira exemplar para atender da melhor forma possível a todos seus clientes – fãs.

Entenda, leitor apressado, isso não é negativo. Minhas estimativas (calculada com base no preço médio dos ingressos, o público presente em cada cidade e em vários outros fatores) indicam que apenas esta turnê no Brasil, com seis shows, movimentará algo em torno de R$ 25 milhões de reais. Metal contra a crise. Ainda que o grosso desse lucro vá, naturalmente, para o bolso de bem poucos.

E se Brasília tem, disparada, a maior renda média do país (por volta de R$ 2.000 por pessoa), o público pagou por isso. O ingresso na capital federal foi praticamente o DOBRO do cobrado em São Paulo. A inteira da pista premium custava R$ 600 e o ingresso mais barato, a meia da arquibancada, R$ 70. Valores abusivos e inaceitáveis que geraram até reclamações no Procon e uma tentativa de intervenção que – advinhem – não deu em nada. O fã animal precisa entender que não é o caso de discutir se o show vale ou não os R$ 600. Muitos concertos, como o do Iron, literalmente não tem preço. Não há como mensurar o valor de um pedaço da história. Isso não significa, contudo, que os fãs precisam ser roubados. No estilo de música em que sabidamente boa parte do seu público é composto por pessoas de classe média baixa, no show da maior expressão atual do metal, por ironia e ganância, pobre não entra. Ou dá a vida e arruma o que não tem, ou não vê. Muito democrático.

Quando entrei no Mané Garrincha, às 19 horas, o que tocava nos PA’s era “Sabbath Bloody Sabbath”, uma das mais clássicas (e que mais gosto) composições do Black Sabbath. Bom começo. O público já era considerável. Foi aumentando gradativamente até o show de abertura da Lauren Harris e alcançou a estimativa oficial de 25.000 presentes.

Sobre o opening-act da filha do baixista Steve, é melhor não comentar. Qualquer conhecedor de hard rock em sã consciência acharia aquilo rídiculo, horroroso, sofrível, medonho. Eu vejo apenas como um “presente” que o papai Harris quis dar para a filha esforçada. A menina canta incrivelmente mal – e deveria tentar qualquer outro ramo de negócio – mas é simpática. Só.

Ao contrário principalmente dos relatos do show em São Paulo, a organização, acesso e estrutura do evento em Brasília não parece ter enfrentado grandes problemas. Foi satisfatória, nem ruim, nem excelente. Tempo firme, vários pontos de acesso e saída, bares e banheiros espalhados pelo estádio, além de muitos ambulantes servindo os fãs durante o show. Penso apenas que, quem ficou na arquibancada (superior ou inferior) deve ter tido um pouco de dificuldade para enxergar o palco não só pela distância mas principalmente pela estrutura montada no meio do estádio, que simplesmente bloqueava parte da vista. Mesmo da pista premium a visibilidade não era excelente. O palco me pareceu baixo. Nessas horas me pergunto se seria tão difícil fazer o palco um pouco mais alto para que a visibilidade melhorasse razoavelmente para qualquer ponto do estádio (e para pessoas de todas as alturas). “Detalhes” que fazem diferença.

“Ace Of Spades” do Motorhead foi seguida da tradicional “Doctor Doctor”, do UFO, a maravilhosa instrumental “Transylvania” e às 21:10 a catarse começou com a explosiva “Aces High”. Daí em diante há pouco a se comentar. O setlist foi o mesmo de todos os shows anteriores, de músicas que já estão gravadas na mente de 100% do público há anos, talvez décadas. “Wratchild” foi a primeira incursão aos dois primeiros discos da Donzela e “Two Minutes To Midnight”o segundo clássico do soberbo “Powerslave” executado. Para qualquer um que goste do grupo é não menos que emocionante poder conferir uma turnê baseada na fase áurea da banda, revivendo o que fizeram de melhor. Se alguém apostasse que o Maiden iria fazer algo do gênero há alguns anos atrás, poucos acreditariam. E estavam lá todos os adornos do palco, todos os panos de fundo, as roupas e fantasias de Bruce Dickinson (mantendo uma tradição quase teatral dos frontman ingleses), fogos de artíficio (muitos), canhões de chamas e o Eddie gigante em “Iron Maiden”.

Bruce é um monstro. Não digo apenas no vocal – a obviedade máxima – mas principalmente na performance, na interação. Nunca vi alguém tão a vontade e tão realizado no palco. E isto, sem dúvida, passa diretamente pra platéia. Na primeira pausa, Mr. Air Raid Siren se apresenta e brinca com o público. Diz que é a primeira vez da banda em Brasília, que achou a cidade “bem legal” – Bruce e Janick causaram frisson na noite anterior ao resolverem ir beber num pub irlandês da cidade, como se fossem clientes comuns – e, fazendo piada, perguntou: “alguém veio aqui hoje para assistir a Liza Minnelli?”, ao que o povo, em uníssono, respondeu: “nãããooo”. A cantora estadunidense estava se apresentando na capital federal no mesmo dia. Então Dickinson retrucou “oh, é uma pena. Ela estava no mesmo hotel, deve estar nos vendo pela janela”. O vocalista seguiu apresentando “Children Of The Damned”, dizendo que a música tinha um significado especial para ele e que foi uma das primeiras que aprendeu a cantar na Donzela. Neste momento, uma pequena briga começou perto do palco, onde estava, e o público vaiou, chamando a atenção de Bruce (”it’s a fight or a moshpit?”).

Não deixando barato, ele deu a melhor resposta que os dois animais poderiam receber, falando para o público: “ah, é uma briga, aposto que estes babacas são fãs da Liza Minnelli”. Felizmente, 99,999% dos fãs de metal são sociáveis o suficiente para irem aos shows apenas para curtir a música, com muito respeito, como todos que vão com frequencia a shows sabem.

O som oscilou um pouco, mas nada que prejudicasse. Não há o que se objetar quanto ao trio de guitarristas, nem a cozinha de Steve Harris e Nicko McBrain. Não são gênios máximos de seus instrumentos nem reis da técnica, mas tocam com vontade e ajudaram a compor músicas históricas, hinos eternos, habilidade que pouquíssimos possuem. Complicado destacar os “melhores” momentos ou os que mais emocionaram. Sendo o repertório composto de clássicos absolutos, essenciais e inquestionáveis, dá para perder um bom tempo tentando entender o que aconteceu na sequencia impecável de canções. “Rime Of The Ancient Mariner” e “Powerslave” foram perfeitas, com toda a pompa e os vários níveis que possuem, sendo reconhecidamente duas das melhores e mais complexas composições do Maiden.

A felicidade de Bruce encontrava eco direto na platéia: por várias vezes os fãs deixaram o vocalista boquiaberto, espantado, apenas celebrando a resposta que vinha da pista (e quem estava na arquibancada conseguiu fazer o estádio literalmente tremer). Em certa hora, Bruce tentava falar mas o som de “olê olê olê Maiden, Maiden” não cessava, ao que ele se rendeu: “é impossível, eles não param!”. Coisas que apenas grupos com a história e a importância do Iron provocam.

“Run To The Hills” é sempre empolgante e obrigatória, enquanto faltam palavras para traduzir o que “Fear Of The Dark” e “Hallowed Be Thy Name” juntas, causam. Talvez os melhores 15 minutos da vida de muita gente ali. E uma das mais marcantes da minha também, sem dúvida. No hino “Iron Maiden” impossível não cantar o refrão curiosamente adequado: “oh well, wherever, wherever you are/iron maiden gonna get you/no matter how far”. A primeira despedida, apagam as luzes.

O bis não demora e a narração inicial de “The Number Of The Beast” é suficiente para transportar todos aos inúmeros momentos em que a canção possivelmente já foi cantada, em qualquer lugar, sozinho ou com os amigos. “The Evil That Men Do” é uma das que mais gosto – bem como de muita gente – e como tal foi cantada com toda a energia que ainda restava.

“Sanctuary” encerrou a noite que ninguém queria que terminasse, com Bruce agradecendo mais uma vez, apresentando a banda, brincando e prometendo voltar na turnê do próximo álbum. “Vocês estarão aqui?”, pergunta, e um sonoro “YEAHHHH” ecoa no Mané Garrincha. A contragosto, e ainda incrédulos, o público ve a banda se despedir, sair do palco e as luzes abaixarem pela última vez. Claro que, se dependesse dos presentes, a banda ficaria para pelo menos mais uma hora de show e muitos outros clássicos que faltaram. Mas não dá pra reclamar.

A faixa de encerramento que tocava nos PA’s era “Always Look On The Bright Side Of Life”, do grupo inglês Monty Python. Tremendamente adequada, pode ser vista como uma espécie de consolo bem humorado da banda aos fãs. “Terminou, mas olhem o lado bom do que acabaram de presenciar”.

O termo “histórico” muitas vezes é usado de forma arbitrária ou exagerada para se referir a um show. Mas, neste caso, ele é insuficiente. O provável é que jamais o Iron Maiden irá fazer uma turnê nestes moldes novamente, focada no período de 80 a 89 (passando por “Fear Of The Dark”) e com todas as 400 toneladas de equipamento estilizadas de acordo com a época.

Quem viu, pode se considerar um privilegiado para todo o sempre. É pra contar, orgulhoso, para várias gerações que virão. Repito: não há como medir o significado da paixão, dos momentos vividos ao longo de anos, da importância que o Iron tem para muitos ali e do sonho realizado de ver tais ícones ao vivo.

Saudações a todos os abençoados.

Setlist:

– Intro (Playback: Doctor, Doctor / Transylvania / Winston Churchill’s speech)

– Aces High (Powerslave, 1984)

– Wrathchild (Killers, 1981)

– 2 Minutes To Midnight (Powerslave, 1984)

– Children Of The Damned (The Number Of The Beast, 1982)

– Phantom Of The Opera (Iron Maiden, 1980)

– The Trooper (Piece Of Mind, 1983)

– Wasted Years (Somewhere In Time, 1986)

– The Rime Of The Ancient Mariner (Powerslave, 1984)

– Powerslave (Powerslave, 1984)

– Run To The Hills (The Number Of The Beast, 1982)

– Fear Of The Dark (Fear Of The Dark, 1992)

– Hallowed Be Thy Name (The Number Of The Beast, 1982)

– Iron Maiden (Iron Maiden, 1980)

Bis:

– The Number Of The Beast (The Number Of The Beast, 1982)

– The Evil That Men Do (Seventh Son Of A Seventh Son, 1988)

– Sanctuary (Iron Maiden, 1980)

ALGUNS VÍDEOS DO SHOW

 

 

 

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Realmente eu pensava que ficaria velho e não teria a oportunidade de ver e escutar ao vivo o Iron! E só para ficar claro, o ultimo DVD ao vivo deles foi gravado aqui no Brasil em sua ultima apresentação! Sendo que essa foi a melhor de todas as apresentações, conforme o proprio Dickinson deixou bem claro em entrevistas na época!

QUEM DE BRASÍLIA FOR DO PEDAL E DESEJAR IR, VAMOS NOS ARTICULAR PARA IRMOS NESSE SHOW!

Disposição do show em Brasília:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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INFORMAÇÕES SOBRE COMPRA DOS INGRESSOS

Data: 20 de março de 2009 

Dia da semana: Sexta-feira 

Horário do show: 21h 

Abertura dos portões: 16h 

Local do evento: Estádio Mané Garrincha 

Abertura de venda: 17 de janeiro 

Classificação etária: 16 anos desacompanhado

Menores de 16 com autorização por escrito (disponível no site da LIVEPASS) 

Informações de bilheteria: 

Local: Estádio Mané Garrincha – Bilheteria Sul 

Endereço: SRPN Estádio Mané Garrincha – Centro 

Horário: das 10h às 18h 

Forma de pagamento: Somente em dinheiro 

 

 

 

SETOR PREÇOS DE MEIA ENTRADA
Pista Premium R$ 300,00
Pista R$ 130,00
Arquibancada Descoberta R$ 80,00
Arquibancada Superior R$ 70,00
Cadeira Coberta R$ 150,00

Assentos não numerados 

* Call center: 4003 1527 – valor de ligação local 

* Internet www.livepass.com.br

* Inclui Taxa de Conveniência de 15% sobre o valor de face do ingresso Mais Taxa de Entrega

Tx. de Will Call R$ 3,00 

Tx. de Entrega em domicílio R$ 15,00 para Brasília

 

Prazo de Entrega em domicílio: 

Até 20 dias úteis após data de confirmação da compra 

 

 

 

 

Histórico

A história do IRON MAIDEN começa na década de 1970, quando diversas bandas de punk dominavam o cenário musical da Inglaterra e EUROPA. Tentando um lugar no cenário musical um rapaz chamado STEVE HARRIS começou a compor músicas no estilo Heavy Metal. Sua primeira composição foi à música “Burning Ambiton”. Harris tentou várias bandas, porém nenhuma delas trouxe o que Steve Harris esperava. Depois de tentar várias bandas (Influence, Gipsy Kiss e Smiler) Harris resolveu criar sua própria banda de Heavy Metal. O nome da Banda, IRON MAIDEN, traduzindo quer dizer “Donzela de Ferro”. Donzela de Ferro era um instrumento de tortura usado na Era Medieval. Este instrumento tem o formato de uma pessoa, com alguns espetos por dentro. Quando a pessoa era colocada dentro do instrumento, o carrasco girava uma manivela do lado de fora, fazendo com que os espetos furassem o corpo da vítima.

 

Em 1978 a banda que era composta por Steve Harris, Dave Murray, Paul Di’Anno e Doug Sampson, gravou seu primeiro “álbum” (uma demo na verdade), o “The Sound-houses Tapes” que era composto por quatro músicas; “Prowler”, “Invasion”, “Strange World” e “Iron Maiden”. Em 1979 o Iron Maiden assinou um contrato com a gravadora EMI e colocou Rod Smallwood como empresário. 

Ainda em 1979 a banda estava com uma formação diferente, pois em Dezembro de 1979 havia entrado na banda Clive Burr e Dennis Stratton. Gravaram o primeiro álbum (agora sim o primeiro álbum) chamado “Iron Maiden”. Este álbum foi para o quarto lugar nas paradas. Em 1981 lançaram o segundo álbum, “Killers” que veio com guitarristas potentes. Estreou no 12º lugar nas paradas. Iniciaram a primeira grande turnê “Killer World Tour” composta por 113 shows por todo mundo. No dia 26 de Setembro de 1981 lançaram o álbum “Made in Japan”, disco ao vivo gravado na Japão com centenas de fãs enlouquecidos! BRUCE!

O próximo disco do Maiden foi marcado pela nova formação. Bruce Dickinson entrou no lugar de Paul Di’Anno. O disco “The Number Of The Beast” foi lançado no dia 10 de Abril de 1982 e entrou logo de cara no primeiro lugar das paradas. Este álbum para muitos é considerado o melhor do Maiden, pois junta clássicos que até hoje fazem parte do repertório do Maiden. Músicas como “The Number Of The Beast”, “Run To The Hills” e “Hallowed Be Thy Name” são considerados os clássicos do Heavy Metal Mundial. 

Com uma formação mais “forte” o Maiden lançou seu quarto disco, “Piece Of Mind”, que iniciou em terceiro lugar nas paradas. Iniciaram a “World Piece Tour” que teve 140 shows lotaram pela primeira vez o ginásio Madson Square Garden em New York. Tocaram para 18.000 pessoas. O álbum seguinte, “Powerslave” (começou no segundo lugar das paradas) teve uma das maiores turnês de todos os tempos a “World Slavery Tour”. Durante essa turnê o Maiden gravou o álbum ao vivo nos Estados Unidos, O “Live After Death”, que estreou em segundo lugar. Era a primeira vez que o Maiden tocou na América do Sul e fez o maior show (em quantidade de público) de sua história. Tocou no “Rock in Rio” no dia 11 de Janeiro para aproximadamente 200.000 pessoas! 

A NOVA FASE 

 

Em 1988 foi lançado o disco “Seventh Son Of a Seventh Son”, último disco do guitarrista Adriam Smith na banda… Mais uma vez o álbum do Maiden começou em primeiro lugar nas paradas. No dia 20 de Agosto de 1988 o maiden Tocou no “Monsters Of Rock”. Foi um show para entrar para a história do Heavy Metal. Com a saída de Adrian o Maiden Chamou Janick Gers para tocar na banda. Janick, já havia tocado com o Bruce no álbum solo do vocalista. 

No dia 1º de Outubro foi lançado o disco “No Prayer for The Dying” (estreou em segundo lugar). Este disco é considerado por muitos o pior da banda. 

Em 1992 estreou em primeiro lugar nas paradas (mais uma vez) o disco “Fear Of The Dark”. Teve uma enorme turnê. Mais uma vez o Maiden fechou a noite do Monsters Of Rock na Inglaterra. Lançaram até um disco duplo do Show (Live at Donington) e o DVD do show. Lançaram dois discos ao vivo; “A Real Live One” que tem os grandes sucessos do Maiden do Seventh Son em diante. E depois foi lançado o “A Real Dead One” que tinha todos os sucessos do Iron do disco Iron Maiden até o “Somewhere In Time”. Talvez a notícia mais triste deste álbum fosse à de que Bruce Dickinson iria sair do Maiden logo após a turnê do Fear Of The Dark. Turnê em que o Maiden passou pelo Brasil. 

 

 

HÁ ALGUM TEMPO 

No dia 23 de Março de 1998, foi lançado mundialmente o disco Virtual XI. O nome é uma analogia ao futebol, pois é ano de copa, e como todos sabem o pessoal do Maiden é fanático por esse esporte. Outro fator que fez o disco se chamar Virtual XI foi o fato de ser o 11º álbum a ser gravado em estúdio pelo Iron. A “Virtual World Tour” rodou o mundo inteiro, com diversos shows que deveriam ser realizados nos EUA foram cancelados. 

Depois dessa série de problemas, revistas do mundo inteiro (inclusive a brasileira, Rock Brigade) falaram a respeito da má relação entre os integrantes da banda com o vocalista Blaze Bayley. Segundo fontes seguras, depois do Show argentino, Janick gritava que não queria mais tocar com Blaze… E diversos boatos surgiram, dizendo que Blaze estava fora e Doug White (Rainbow) iria cantar no Maiden, ou Bruce Dickinson iria retornar. 

Finalmente, no dia 09 de Fevereiro de 1999, no site oficial do Iron Maiden apareceu uma mensagem que dizia que no dia 10 de fevereiro iria haver um pronunciamento da banda… No dia 10 às 18 Horas na Inglaterra (16 horas no horário de Brasília) foi anunciado que Bruce Dickinson e Adrian Smith haviam retornado ao Maiden e que a partir desse momento, a banda passaria a ter três guitarristas (Murray, Smith e Gers). 

A banda lançou CD Dance of Death, em 2003. 

 

No dia 16 de Janeiro de 2004 o Iron Maiden tocou no Rio de Janeiro e no dia 17 a banda se apresentou no Pacaembu para um público de mais 50 mil pessoas. Após essa passagem pelo Brasil, a banda também passou pelo Japão e terminou sua turnê na Europa onde tudo começou. 

O Maiden também fez uma turnê de divulgação do DVD The Early Days com um setlist incrível. 

A banda lançou em 2006 o CD de estúdio A Matter of Life and Death a maioria aceitou muito bem e dizem que é o melhor desde o 7th Son of a 7th Son, mas como a velha guarda do Maiden espera o impossível muitos odiaram o CD. 

RECENTEMENTE 

A banda lançou o DVD Live After Death com a continuação de entrevistas sobre sua história e resolveu relembrar seus anos durados com uma turnê histórica! Personalizou um avião que foi batizado de Ed Force One e tocando músicas de 1980 do álbum ‘Iron Miaden’ ate 1992 (Fear of the dark).

A banda não podia deixar de passar pela América do Sul dessa vez e fez três shows lotados no Brasil em São Paulo, Curitiba e Porto Alegre! 

Bruce Dickinson prometeu voltar dentro de um ano para o Brasil e fazer shows em várias cidades do país e com certeza será os melhores shows da banda em solo brasileiro, por todo esse fanatismo que só é encontrado aqui e pelo enorme carinho e respeito que a banda tem conosco.

Dia 10 Janeiro 2009

Mais um pedal ocorreu dia 10!! Dessa vez tivemos a presença do Carlos em sua 3ª pedalada com o grupo e o batismo do Eduardo no Calango!

O grupo está crescendo, hoje contamos com os seguintes membros:

  •  Ricardo
  • Thiago
  • Renato
  • Washignton
  • Alexandre
  • Carlos
  • Renato
  • Eduardo

Alguns não estão seguindo tanto por motivos de trabalho e etc, mas a grande maioria está sim indo!

Fazendo um flash back do primeiro pedal do ano no dia 4 de Janeiro (domingo) onde pegamos um lamaçal irado! Abaixo segue o resultado 😉

 

Ricardo com atolado rsrsrsr

Ricardo com atolado rsrsrsr

Carlos tentando escapar do atoleiro!

Carlos tentando escapar do atoleiro!

Thiago sorrindo igual a uma criança!!!

Thiago sorrindo igual a uma criança!!!

Mais um pequeno trecho de lama básica!!!

Mais um pequeno trecho de lama básica!!!

 

 

Nesse sábado não foi diferente não!! Caímos pra dentro da lama também 😉

 

Bike do Thiago só na lama!!!

Bike do Thiago só na lama!!!

Eita vontade de se lambuzar!!!

Eita vontade de se lambuzar!!!

 

Ricardo com problemas no pneu! Quase ficou no prego!

Ricardo com problemas no pneu! Quase ficou no prego!

Pense em árvores altas na Flona ;-)

Pense em árvores altas na Flona 😉

Uma bela visão!!!

Uma bela visão!!!

 

 

 

E tivemos o batismo de mais um Calango o Eduardo! Seja bem vindo brother!!!

 

Valeu Eduardo! E Seja bem vindo ao Calango!

Valeu Eduardo! E Seja bem vindo ao Calango!

 

 

Até o próximo capítulo!!

Ned Overend – o embaixador da Specialized

Longevidade e lealdade são as duas palavras que melhor descrevem a lenda do mountain bike Ned Overend e seu relacionamento com a Specialized.

Aos 53 anos, o atleta, agora referenciado como “capitão”, está envolvido com a empresa há longos 20 anos.

Nascido em Taiwan, filho de um diplomata americano, Ned completou duas provas de Ironman (em 1980 e em 1981), depois de grandes esforços durante provas de maratonas (seu melhor tempo foi de 2h28min) antes de mudar para as competições de ciclismo e mountain bike.

Overend venceu o campeonato mundial de mountain bike em 1987, quando ainda não fazia parte do calendário oficial da UCI, estampando sua superioridade contra os jovens competidores da época. Nos nove anos seguintes ele conquistou seis títulos de campeão norte-americano pela NORBA. Por causa do feito, ele era chamado de “Dedly Nedly” (Ned matador) e “The Lung” (O Pulmão).

Depois, tornou-se campeão mundial de mountain bike em 1990 – já oficial pela UCI – e aposentou-se profissionalmente em 1996, no entanto, Overend nunca saiu totalmente de cena como faz a maioria dos aposentados. O atleta Specialized continuou competindo na estrada e na terra, da mesma maneira que ele fazia quando foi infectado pelo vírus das duas rodas nos anos 80.

Então, ao mudar-se para Durango, no estado norte-americano do Colorado, virou mecânico de Porsches e Volkswagens. Pai de dois filhos, Ned Overend ainda teve fôlego para vencer vários mundiais de XTerra, inúmeras corridas de ciclismo e dois campeonatos americanos de ciclocross.

Agora como um funcionário “full time” da Specialized, está envolvido em diversas atividades com a Specialized e, a principal delas é, ser o embaixador da marca e do esporte, onde participa do desenvolvimento dos produtos e gerencia os atletas campeões mundiais que vestem a camisa da empresa.

CONFIRA NA ÍNTEGRA A ENTREVISTA

1- Fale sobre sua transição de ser um atleta patrocinado pela Schwinn nos anos 80 para tornar-se parte da família Specialized.

Ned Overend – Eu competi pela Schwinn entre 1984 e 1987. Eu fui originalmente levado para lá por uma pessoa envolvida com o BMX e depois que ele saiu, eu não fiquei convencido de que a Schwinn estava comprometida com o mountain bike. Eles pensavam que as competições não passavam de um entusiasmo passageiro.

Depois, Mike Sinyard (dono da Specialized) e algumas pessoas de sua equipe de desenvolvimento de produtos vieram para Durango e me perguntaram se eu gostaria de fazer parte da equipe. Eles falaram sobre me colocar nas competições e ajudar no desenvolvimento dos produtos. Foi uma decisão muito fácil.

Agora sou um funcionário assalariado da Specialized e trabalho em diferentes áreas da empresa. Tenho contribuído no funcionamento das peças e nos testes dos produtos. Eu ajudo a explicar sobre os novos produtos para a imprensa e no lançamento de produtos aos distribuidores. Recentemente, nós trouxemos 600 distribuidores americanos e 300 distribuidores internacionais para o Colorado para introduzir a linha 2009. Estou a caminho de Tóquio para ajudar no lançamento da nova linha para centenas de distribuidores por lá.

Também ajudo a Specialized em questões de cicloativismo, em Washington-DC e no Colorado. Eu também trabalho próximo do departamento de marketing com negociações de contratos das equipes e atletas.

Eu cuido de Christoph (Sauser) e Liam (Killeen), nossas estrelas no mountain bike. Eu também gerencio contratos com Conrad Stoltz e Chris McCormarck, atletas multiesportes.

2 – Você e Hans Rey (da marca GT) são dois dos maiores embaixadores das suas empresas de bike. A que você atribui o seu carinho pela Specialized?

Ned Overend – Ficar interessado pelo trabalho é um desafio. Nos últimos anos, minha carreira está realmente envolvida com a Specialized. O mercado de estrada (speed) está gigante agora. Nós somos de uma indústria muito competitiva e existem várias categorias que estão crescendo juntas pela primeira vez em muitos anos. Para nós, as mountain bikes aro 26 sempre foram muito bem e agora existem as MTB’s com aro 29. Eu sou um dos grandes promotores das mountain bikes aro 29.

Para mim, um das melhores coisas sobre a Specialized são os desafios. Uma coisa Mike Sinyard tem feito muito bem, que é contratar as pessoas mais talentosas no desenvolvimento de produtos, engenharia e marketing. Essas são algumas das razões pelas quais eu tenho ficado “preso” na Specialized por tanto tempo. Eu adoro variedade e não tenho muito tempo para competir como no passado, então, tenho me mantido longe do esporte de alto desempenho. Uma das coisas que eu realmente gosto é não ter a pressão de precisar vencer as corridas.

3 – Como você escolhe os eventos que participa atualmente?

Ned Overend – Eu cruzo as datas com minha agenda de viagens. Sempre tem alguma coisa acontecendo na Califórnia ou no Colorado, onde muitas das viagens me levam. Eu tenho um bom nariz para farejar os eventos.

4 – Como a idade mudou sua forma de treinar?

Ned Overend – Eu percebi que tenho que treinar menos. Eu pedalo cerca de 10-12 horas por semana. Eu tenho viajado muito nestes dias, então, tenho que me exercitar quando posso.

Eu acredito em pedalar forte, com intensidade. E quando uma pessoa envelhece, ela tem que se permitir mais tempo para recuperar. Eu adoraria fazer uma pedalada de três horas com minha mountain bike agora, mas minha agenda não permite. A nutrição é também outra parte importante da minha rotina.

5 – Em que freqüência você vê o que come (vomita)?

Ned Overend – Eu sou muito sortudo, pois tenho um ótimo metabolismo. Eu prefiro sempre consumir frutas e vegetais frescos e muita proteína. Minha nutrição pós-corrida e pós-treino conciliado com uma hidratação apropriada é o meu grande segredo. Quanto mais intenso eu treino, eu presto mais atenção nos alimentos que consumo.

6 – O que mais te motiva: speed ou mountain bike?

Ned Overend – Na verdade, a combinação dos dois. Isso é o que me mantém leve, fresco. Eu também curto muito ciclocross. Pedalar uma mountain bike numa trilha singletrack será sempre uma experiência incrível para mim.

7 – Você certamente mantém aceso seu lado competitivo. Por acaso seu filho Rhyler Overend tem a mesma paixão por duas rodas?

Ned Overend – Ele ama pedalar e anda muito. Ele não tem a mesma paixão que tenho pelas competições. Para ele todo treinamento para o downhill é muito inconveniente. Ele ama apenas pedalar.

8 – Você obviamente já gastou muito tempo no selim. Em sua opinião, quais são as melhores inovações desde que você competia? Pode ser na terra, no asfalto ou os dois.

Ned Overend – A inovação aconteceu lentamente. Eu me lembro do grande salto da tecnologia quando eu pedalei minha última mountain bike full suspension. Ela é tão eficiente e leve. Hoje, as bikes full suspension estão mais leves do que as bicicletas rígidas que pedalava nos anos 80. Os pedais de encaixe e os câmbios indexados são importantes, mas as full suspension estão no topo da evolução.

9 – Qual bike você escolhe para pedaladas casuais?

Ned Overend – No último ano tenho estado tão ocupado que eu realmente não tenho saído para pedalar casualmente. Eu tenho trabalho no novo modelo Epic e antes disso na Stumpjumper. Estou focado em ajudar no desenvolvimento da plataforma de suspensão, então, o tempo no selim tenho usado pra me concentrar no trabalho do que simplesmente pedalar sem compromisso.

10 – Todos te conhecem pela ligação com a Specialized e se surpreendem ao descobrirem que você faz parte da confecção Bouré Bicycle. Há quanto tempo você e Drew Bourey trabalham juntos?

Ned Overend – Mais ou menos desde 1982. Eu me envolvi com a empresa em 1992 e Bouré é uma empresa pequena, mas é como gostamos que ela seja. Todas nossas peças são fabricadas em Durango. Nós focamos em produtos de qualidade para entusiastas.

11- Fale sobre a cultura da bike em Durango e por que você escolher morar lá por tanto tempo?

Ned Overend – Durango é uma cidade incrível para ciclistas: speed, mountain bike ou ciclocross. Eu mudei pra lá antes de realmente entrar no ciclismo. Originalmente, foi para escalar nas rochas. Nossas pedaladas noturnas de quinta-feira está repleta de atletas profissionais de equipes diferentes, incluindo a BMC, Kelly Benefits, Jittery Joe’s, HealthNet e a Colavita. Todos pedalam uniformizados. Bob Roll mora ali também e pedala quando está na cidade. Existem várias corridas locais para deixar a comunidade feliz.

O clima nem sempre permite pedaladas ao ar livre, mas para aqueles que gostam de viver nas montanhas, o esqui nórdico é outra modalidade magnífica. A saúde atlética de Durango é muito vibrante.

12 – Quem é seu melhor amigo?

Ned Overend – Definitivamente minha mulher Pam. Nós estamos juntos há 27 anos. Nós temos dois filhos e ela já está acostumada com minha agenda de viagens. Ela sempre teve uma vida própria e sua própria identidade, o que é muito importante. Ela é enfermeira e gosta de viajar, mas é seletiva. Ela não precisa estar totalmente atrelada a minha vida.

Texto original: Gary Boulanger (BikeRadar.com)
Tradução: http://www.specialized.com.br Fotos: Arquivo pessoal Ned Overend

Ned Overend in 2008.

PRÊMIO BIKE ACTION


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Saiba como escolher os melhores
da temporada 2008 em 20 categorias

A revista especializada Bike Action divulgou em seu site (www.revistabikeaction.com.br) os indicados para a quarta edição do Prêmio Bike Action. Os melhores ciclistas, bicicletas e eventos da temporada 2008 serão escolhidos diretamente pelos internautas no site da publicação.

Esse ano o voto será identificado com o nome e o número de CPF de cada internauta. Só é permitido votar uma única vez em cada uma das 20 categorias e o internauta pode participar apenas nas categorias que desejar.

O Prêmio Bike Action foi idealizado em 2005 pelos editores da publicação, os irmãos André e Fabio Piva com o objetivo de estimular o uso da bicicleta por meio das discussões e conscientização que cercam a mobilização sustentável sob duas rodas.

Além disso, a missão é motivar novatos, entusiastas e profissionais através da criação de ídolos nas diferentes modalidades, valorizando o esporte como um todo.

O critério para indicação dos atletas/pilotos, produtos e eventos varia de acordo com cada categoria e pode ter como base de julgamento, por exemplo, o ranking brasileiro de 2008 das respectivas modalidades (BMX Race, MTB cross country e maratona, downhill, ciclismo estrada etc).

Para votar, basta acessar o site www.revistabikeaction.com.br e escolher apenas uma opção de cada categoria.

CONFIRA OS INDICADOS:

MOUNTAIN BIKE

CROSS COUNTRY MASCULINO

  • Edivando Cruz – Astro/Vzan/N Caixa/Giro/Shimano/Maxxis/Manitou
  • Rubens Donizette – Sales Supermercados/HB/Amazonas Bike
  • Róbson Ferreira da Silva – Amazonas/Kona/Eninco
  • Thiago Aroeira – Terra Bike/Multitek/Caloi
  • Hugo Alves Prado Neto – Specialized/Oce-Treine.net/Tripp/Keico/Wba
  • Ricardo Pscheidt – Sundown/Joinville
  • Gilberto Goes – Sales Supermarcados/BH
  • Vitor Mendes Pereira – Companhia Força Luz Cataguases-Leopoldina
  • Uirá Ribeiro de Castro – RST/Camelbak/CST/Damatta/Intertrilhas
  • Tácio Camargo – Merida/Cateye
  • Henrique Avancini (Sub23)- Sundown/Joinville
  • Daniel Carneiro (Sub23) -Merida/Cateye

CROSS COUNTRY FEMININO

  • Jaqueline Mourão – Red Bull/Scott
  • Adriana dos Santos Nascimento – Specialized/Adriana Nascimento
  • Erika Gramiscelli – AAMetodista/SBCampo/Sundown/Kuruma/Ncaixa
  • Julyana Machado Rodrigues – Sundown/UniDF
  • Ingrid Jordana Silva Camilo – Formula Bike/Master Cabo/Scott/Naduarte
  • Roberta Stopa – A Tribuna/Unilus/Specialized
  • Aline Roberta Margoti Lombello – Empac/All Fitness Academia
  • Glaidiany Rezende – Unimed/Divinópolis/ABC
  • Valéria Aparecida da Conceição – Votuporanga
  • Raquel França de Queiroz
  • Lorena Maria de Oliveira – Clube Maringaense de Ciclismo

MARATONA MASCULINO

  • Ricardo Pscheidt – Sundown/Joinville
  • Abraão Azevedo – Sundown/Joinville
  • Róbson Ferreira da Silva – Amazonas/Kona/Eninco
  • Marcelo Moser- Avai/Florianopolis/Senac/Apgf
  • Odair José de Oliveira – Scott/Proshock/Vzan
  • Daniel Carneiro – Merida
  • Romildo Woinarovicz Jr. – Avulso
  • Henrique da Silva Avancini – Sundown/Joinville
  • Flavio Ricardo Dal Seco – Smel Araucária
  • Edivando Cruz – Astro/Vzan/Giro/Maxxis/Manitou

MARATONA FEMININO

  • Julyana Machado Rodrigues – Sundown/UniDF
  • Raquel Franca de Queiroz – Avulso
  • Erika Gramiscelli – AAMetodista/SBCampo/Sundown/Kuruma/NCx
  • Roberta Stopa – A Tribuna/Unilus/Specialized
  • Lais Mendes Soares Saes -Bike Fan

DOWNHILL MASCULINO

  • Markolf Erasmus Berchtold – Markolf Bikes/Banshee/Adidas/Funn/Rikol
  • Walace Henrique Miranda – Astro/Manitou/Six Six One/Maxxis/Sog/Sam La
  • Doron Hakan Cattoni – Mammoth/Speck Bikes/Pro Tork
  • Maicon Zottis – Downhill do Vinho/Dal Castel Bikes
  • Thiago Velardi – Da Bomb/Maxxis/DH Brasil
  • Volkmar Gustav Berchtold Filho – Markolf Bikes/Banshee/Adidas/Funn/Rikol
  • Anderson Furlanetto – Dasper Cecconello/Scott
  • Leonardo de Freitas Griebler – Dasper/Cecconello
  • Daniel Cenci – Bike e Cia
  • Rogério Roberto Pauli Jr. – Coyotes/FMD-SBS/Fox-SC

DOWNHILL FEMININO

  • Bruna Ulrich – Manoel Marchette/Cme Ibirama
  • Luana Maria de Souza Oliveira – Kona/Giro/Nutrisport
  • Patricia Gardini Valenti de Araujo – Fox
  • Bruna Somensi – Unirace
  • Daniela Cristina Cezaretto
  • Ingrid Camara Fortunato
  • Patricia Loureiro – Banshee/Funn/TSG

ATLETA REVELAÇÃO

  • Bruno Martins da Silva (Cross country Junior)
  • Fellipe A. Silva (cross country junior)
  • Richard Malinowsky (Cross country Junior)
  • Giovanni Oro (Downhill junior)
  • Bruno Von Zenshcau (Downhill Junior)
  • Mateus Molter (Downhill Junior)

CICLISMO

EQUIPE ESTRADA

  • Memorial/Pref. Santos/Giant/Nossa Caixa – Santos/SP
  • Scott/Marcondes Cesar/Fadenp/SJCampos – S.Jose dos Campos/SP
  • Clube DataRo de Ciclismo – Ponta Grossa/ PR
  • Suzano/Flying Horse/Caloi – Suzano/ SP
  • União/Assis/Amea – Assis/SP
  • Team Vale/Fapi/O Lojão/Gramado/JKS/Sejelp – Pindamonhagaba/SP
  • Sales Supermercados/Pinarello/BH -Belo Horizonte/MG
  • Cesc/Sundown/Nossa Caixa/Calipso/Maxxis – S.Caetano do Sul/SP
  • São Lucas Saude/UAC/Americana – Americana/ SP
  • São Francisco/Kenda/N Caixa/DKS/RibPreto – Ribeirão Preto/SP

CICLISMO MASCULINO

  • Armando Camargo – Equipe Memorial/Pref Santos/Giant/Nossa Caixa
  • Bruno Tabanez – Equipe São Lucas Saude/UAC/Americana
  • Nilceu Santos – Equipe- Scott/Marcondes Cesar/Fadenp/SJCampos
  • Jose Eriberto M. Rodrigues Filho – União/Assis/Amea
  • Fabiele Mota – Equipe Sales Supermercados/Pinarello/BH
  • Jean Carlo Coloca – Equipe AAMetodista/SBCampo/Sundown/Kuruma/NCaixa
  • Raphael Serpa – Equipe Team Vale/Fapi/O Lojão/Gramado/JKS/Sejelp
  • André Pulini – Equipe Memorial/Pref Santos/Giant/Nossa Caixa
  • Diego Muller Domingues – Equipe União/Assis/Amea
  • Flávio Cardoso Santos – Equipe Team Vale/Fapi/O Lojão/Gramado/JKS/Sejelp

CICLISMO FEMININO

  • Valquíria Pardial – Equipe A Tribuna/Unilus/Specialized
  • Natalia Santana Lima – Equipe Cesc/Sundown/Nossa Caixa/Calipso/Maxxis
  • Débora Gerhard – Equipe Scott/Marcondes Cesar/Fadenp/SJCampos
  • Fernanda da Silva Souza – Equipe A Tribuna/Unilus/Specialized
  • Luciene Ferreira da Silva – Equipe Scott/Marcondes Cesar/Fadenp/SJCampos
  • Aline Paroliz – Equipe Memorial/Pref Santos/Giant/Nossa Caixa
  • Camila Coelho Ferreira – Equipe Cesc/Sundown/Nossa Caixa/Calipso/Maxxis
  • Sonia Regina Dorigo – Equipe Memorial/Pref Santos/Giant/Nossa Caixa
  • Uênia Fernandes Souza – Equipe USC/Chirio Forno D´Asolo
  • Roberta Stopa – Equipe A Tribuna/Unilus/Specialized

BMX

BMX RACE MASCULINO – Masculino

  • Deivilin “Turbo” Balthazar
  • Hudson Peixoto
  • Paulo Cesar
  • Sidney Serafin
  • Ebert Silva
  • Gustavo Santa Chiara
  • Matheus Lott
  • Mauro Aquino
  • Edson Carvalho Jr. “Juninho”
  • Rodrigo Alarcon

BMX RACE FEMININO

  • Ana Flávia Sgobin
  • Luciana Hirama
  • Priscila Abasto
  • Camila Brustolin
  • Thaise Lanusa
  • Jaqueline Andreia
  • Miucha Faria
  • Eliete Silva
  • Squel Stein (Júnior)
  • Daniela Abasto (Júnior)

FREESTYLE MASCULINO

  • Pedro Henrique
  • Leandro Moreira Overall
  • Rodrigo Taki
  • Eduardo Walter
  • Fabio Diniz
  • Fabinho de Lorena
  • Nadson Marcel Lance
  • Diego Gasques
  • Fernando Kloster
  • Daniel Dias
  • Rodriguinho de Lorena
  • Reginaldo Pedro
  • Andre Timofezeras “Cunhado”
  • Clayton Araújo “Cebola”
  • Ednilson Rodrigues “Pardal”
  • Índio
  • Anderson Queiroz
  • Leonardo de BH
  • Helder
  • Alessandro Lima
  • Juca Favela
  • Diogo Canina
  • Mike Moura

EVENTO

MOUNTAIN BIKE

  • Copa Internacional de MTB
  • GP Ravelli de Maratona
  • Campeonato Interestadual
  • IronBiker
  • Powerbiker
  • BigBiker
  • Desafio da Mantiquera
  • MTB Trip Trail (Ecomotion)
  • MTB 12 Horas
  • Crocante Cup
  • Cerapió
  • BikeRace Across
  • Volta a SC em Mountain Bike
  • Short Track São Silvano

ESTRADA

  • 9 de Julho
  • Copa América
  • Copa da República
  • Desafio 24 Horas de Fortaleza
  • Volta de Goiás
  • Volta de São Paulo
  • Volta do Paraná
  • Sundown 800 KM
  • Granfondo

BICICLETAS

QUADRO NACIONAL

  • Vzan (Speed)
  • Mônaco ( BMX)
  • Ness (BMX)
  • Overall (BMX)

BIKE NACIONAL

  • Caloi
  • Sundown
  • Houston
  • Ricci
  • Proshock

MTB IMPORTADA

  • Astro
  • Cannondale
  • Banshee
  • Bianchi
  • Da Bomb
  • Decatlon
  • Diamond Back
  • Element
  • Fuji
  • Gary Fisher
  • Giant
  • GT
  • Haro
  • IronHorse
  • KHS
  • Kona
  • Merida
  • Orbea
  • Scott
  • Specialized
  • Trek
  • Turner
  • UMF

SPEED IMPORTADA

  • Bianchi
  • Cannondale
  • Decatlon
  • Fuji
  • Giant
  • KHS
  • Kona
  • Lemond
  • Look
  • Litespeed
  • Quintana Roo
  • Merida
  • Opera
  • Orbea
  • Pinarello
  • Scott
  • Specialized
  • Trek
  • Cervelo

BMX

  • Diamond Back
  • Free Agent
  • MirraCo
  • Kuwahara
  • Perv
  • GT
  • Schwinn
  • Trek
  • Haro
  • Pro-X

Mais informações no site www.revistabikeaction.com.br